Pára, pára, peço perdão, ponho as minhas rótulas no chão remendado de buracos e ferrugem, pára! Sou apenas água, merda e pasto de pensamentos afiados que se evaporam nas penumbras de todos os nadas que acumulo entre dois olhares ou um apertar de mãos em torno de um pescoço alheio. Não sei distinguir a tristeza de um encolher de ombros.
