A memória esqueceu-se de mim
Estou preso numa corrente de palavras que, como a explosão de uma supernova ou o delírio de um moribundo nas horas crepusculares, se misturam e reviram num movimento caótico e incontrolável. Fecho os olhos e tento agarrar uma a uma. Não consigo. Tento então flutuar por entre as imagens que se reviram ao sabor do vento.
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